sábado, 20 de dezembro de 2008

Sensações

E tudo voltando a ser como antes.Ali se acostumando a ser sozinho novamente.Por anos acostumou-se a ser o tipo de cara que viveria no seu mundinho triste, que não teria as sensações maravilhosas que uma paixão trás.Já estava conformado com sua situação quando, de repente, uma grande paixão aparece.Ele sentiu-se tão feliz, pensou, pelo menos uma vez, que teria aquela oportunidade. Aquelas milhares de sensações maravilhosas o faziam tão feliz, elas, por meses, o fizeram acordar com um sorriso de orelha a orelha.Ele acordava de manhã e já ia ao pensamento de sua querida amada e de quando iriam se encontrar. Ele se sentia tão bem naqueles encontros, encontros que faziam seu coração pulsar mais forte e mais feliz, pois passou muitos anos com aquele coração de pulso fraco e tristonho. Ele, primeira vez, acreditou que poderia ter aquilo por muitos anos em sua vida, estava super empolgado com sua paixão arrebatodara de sua vida. Mas tudo tinha que mudar, tudo tinha que acabar, ficou extramamente arrasado, seu coração passou bater mais fraco e mais triste do que antes de tudo começar. Ele ficou complatamente estarrecido, perdeu seu rumo porque já não lembrava como era antes, já não lembrava como seu coração era antes de tudo, já não lembrava que podia se acostumar com todas essas sensações ,mas também percebeu que as sensações antigas já não era mais as mesmas porque antes de tudo acontecer ele não tinha sentido as sensações maravilhosas da paixão. Agora ele é um pobre abandonado novamente, com a mesma confirmidade de que será dificil sair dessa sua "solidão", mas com o grande problema de saber como é ser "amado" e poder amar; não poder mais demonstrar seus afetos ainda em clausarados em seu coração lento e tristonho...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Desolado, perdido, cansado
Doente,Triste e Amargo
Assim se encontra um coração
Um coração abandonado

Um coração cheio de cicatrizes
Deixadas como aquele café, quente e amargo
Aquele que queima tudo por dentro
E deixa aquele gosto horrível na boca

Pobre coração cheio de lamentações...
Cheio! Cheio de amar a quem não te ama...
Cheio de sonhos perdidos


Ohhh coração pare de sangrar
Pare de querer ser o que não é
Pare de ser apenas um Coração

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Adaga

E o que fará?
Todos os dias ele pede... Pede do fundo de sua alma
Para que tirem aquela adaga cravada em seu peito
Que todos os dias o faz sangrar. Tentou arrancar com suas próprias forças, mas sozinho, apenas perfura mais e mais seu coração. Ele clama pela ajuda de alguem que alivie um pouco a sua dor, que possa, mesmo que um pouco, afagar essa dor...
Dor que o atormenta todas as noites, todas as manhãs...
O sangue escorre por entre suas emoções a cada segundo
Fazendo-o, ás vezes, chorar...
Aquelas lágrimas vêm do nada e pro nada se vão
Mas ele percebe...
Percebe que isso o constrói, isso o ajuda
O ajuda a leventar mais forte e mais forte será...
Agora será que alguma hora a dor vai parar?
Quem sabe? só o tempo dirá
Quando essa Adaga sumirá

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Deitado em sua cama, observava as nuvens que passavam lentamente pelo céu. Os raios de luz caprichosamente entravam em seu quarto pela janela semi-aberta... O vento balançava seu cabelo. Ele se enchia de pensamentos... Pensamentos aos quais lhe atormentavam a mente.
Quantas vezes já não fizera isso? Quantos vezes sozinho em seu quarto , apenas com o barulho da vizinhança, se perdia em pensamentos? Pensamentos bons, pensamentos ruins, calmos, serenos , revoltosos, cansativos. E mais uma vez lá, nesse seu momento particular, buscou novos ares, novas proporções, novas tentativas. Seriam essas novas buscas? Ou velhas buscas há muito esquecidas?
Questões e mais Questões...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Adeus...

Ontem, em quanto esperava o ônibus na parada, viu um casal e seus dois filhos. Os filhos brincavam, corriam de um lado para o outro como se estivessem desesperados por aqueles momentos de alegria, chamavam pelos pais.
Ele fechou os olhos, então viu o que ele jamais havia visto, com tanta clareza, viu imagens de um futuro, um futuro que não acontecerá. Essas vieram em sua mente, ele e ela com seus dois filhinhos, um menino e uma menina, brincando e se divertindo enquanto eles, se abraçando, sentiam a felicidade fluir de suas crianças. Olhou para o rosto dela, viu os olhinhos de sua amada brilhando de admiração; ela retornou o olhar e sorriu, ele sentiu aquele sentimento de felicidade mas segurou o choro, ele viu o quanto ele estava feliz. Mas teve que abrir os olhos novamente, e sentiu uma dor no peito... sabendo que aquilo nunca iria acontecer de verdade, que foi a imagem de um futuro que será esquecido na memória.
Ele então entrou no ônibus, ainda estava triste, sentou-se levemente naquela cadeira suja e ficou observando os carros. De uma hora pra outra viu aquele céu azul meio avermelhado, por estar perto do por-do-sol, ele olhou fixamente para aquele céu e começou a sentir seus olhos encherem de água, já estava vendo as coisas a sua volta meio turvas, quando a primeira lágrima escorreu e outras logo se precipitaram a cair também, seu rosto ficou vermelho ele começou a apertar seus olhos, como se tentando forçar as lágrimas a não saírem, mas não adiantou, continuava a chorar... Ele percebeu, havia percebido algo que ele não queria, que havia chegado o momento do ADEUS, aquele adeus ao qual ele tanto quis evitar, que ele tanto queria que não se torna-se realidade acabou virando a verdade nua e crua.
Em seu peito uma dor quase que incomensurável , uma dor de amor, uma dor de paixão...
Um ADEUS ele deu a alguém que amou...